REGULAMENTO 2019


REGULAMENTO DO CIRCUITO ASSOVALE DE VAQUEJADA 2019







I. PARTICIPANTES 



1. A Participação no VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE, será composta de Vaqueiros Amadores, devidamente filiados à Associação de Vaqueiros Amadores do Vale – ASSOVALE. 

  

2. Para se associar a ASSOVALE cada vaqueiro amador deverá preencher uma ficha de filiação, a qual será submetida à análise de uma comissão da Associação para posterior aprovação. 



2.1. Para que o vaqueiro seja classificado pela comissão da ASSOVALE como amador, o mesmo deverá ser estudante, profissional autônomo, liberal, da iniciativa pública ou privada ou dos órgãos de economia mista. Será avaliado seu nível técnico para definir se o mesmo será classificado como Amador ou como Amador Light. 



2.2. Os critérios descritos nos itens anteriores são balizadores, os casos omissos e que não se enquadrarem nos mesmos serão analisados e julgados pela Comissão de Avaliação da Associação, a qual detém autoridade plena e absoluta para definir quem poderá ou não, se associar a ASSOVALE. 



2.3. As decisões definitivas proferidas pela Comissão de Avaliação da ASSOVALE serão homologadas de imediato e não aceitarão qualquer tipo de recurso ou retificação. 



2.4. Os vaqueiros amadores que tiverem sua filiação aceita pela comissão da ASSOVALE se comprometem a aceitar e cumprir, sem quaisquer questionamentos, todos os itens do regulamento do VI Campeonato Amador de Vaquejada da ASSOVALE. 



2.5 O vaqueiro que deixar para se filiar na véspera da etapa fica condicionado o pagamento da sua filiação em sua totalidade e que sua filiação poderá ser negada após a etapa caso seja configurado que o mesmo não seja amador, não havendo ressarcimento dos valores pagos. 



3. Os vaqueiros Amadores que irão participar do VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE, serão distribuídos em três categorias distintas, divididas entre si em razão do nível técnico dos seus participantes, descritas como: Amador; Amador Light; Feminino e Mirim, onde dessa última categoria, participarão apenas atletas nascidos a partir de 2004. Em qualquer das categorias dependendo do nível técnico apresentado no decorrer do campeonato, o filiado fica sujeito à mudança ou exclusão de sua categoria e até do campeonato por iniciativa da equipe de avaliação técnica da associação. Caso ocorra a mudança de categoria a pontuação conquistada na categoria anterior é automaticamente transferida para a nova



3.1. A filiação, classificação e distribuição dos vaqueiros amadores, nas categorias descritas no item 3, desse Regulamento, será determinada, única e exclusivamente, pela comissão da ASSOVALE, e se iniciará aos dias 31/01/2019.  



3.2. O valor da anuidade será R$ 200,00 nas duas primeiras etapas, R$ 100,00 para quem se filiar na terceira e quarta etapas e R$ 50,00 nas demais.



3.2.1 O valor da anuidade poderá ser parcelado no cartão de crédito em até duas vezes para as filiações feitas até a segunda etapa. A partir da terceira etapa só serão aceitas filiações à vista.



3.2.2 A título de promoção, as filiações realizadas até o final de fevereiro de 2019 custarão apenas R$ 150,00 para pagamento à vista.



3.2.3 O competidor que desrespeitar quaisquer dos profissionais ou membros da diretoria será banido do circuito no ano corrente, não restando ao mesmo o direito sobre a devolução de sua filiação.



3.3 Buscando atender a demanda de competidores não sócios e/ou profissionais nas etapas do circuito, também teremos uma premiação para categoria aberta, nessa poderá competir todo e qualquer competidor, não restando pontuação a ser anotada ou premiação final, haja vista, os mesmos não serem sócios da Assovale. 



II. ETAPAS E PARQUES  



4. O VI Campeonato Amador de Vaquejada da ASSOVALE será composto de 07 etapas, as quais se realizarão nas datas e nos parques abaixo definidos: 



1ª ETAPA – PARQUE JOÃO ETELVINO LOPES – ASSU/RN  

Organização: Nuilton Medeiros  

Data: 08 a 09 de MARÇO  



2ª ETAPA – MANOEL ARGEMIRO PARK CENTER – ITAJÁ/RN 

Organização: Josimar Lopes 

Data: 10 a 12 de MAIO  



3ª ETAPA – PARQUE VERA LÚCIAS FONSECA– IPANGUAÇU/RN 

Organização: Neto Buá 

Data: 07 a 09 de JUNHO  



4ª ETAPA – HERMES FELIPE PARK SHOW – CAMPO GRANDE/RN 

Organização: Roberto Butija 

Data: 19 a 21 de JULHO  



5ª ETAPA – PARQUE E HARAS FDD – MOSSORÓ/RN 

Organização: Jucimar Gomes 

Data: 06 a 09 de SETEMBRO  



7ª ETAPA e FINAL – SÃO JOSÉ PARK SHOW– ANGICOS/RN 

Organização: Francisquinho Filho e Nuilton Medeiros 

Data: 25 a 27 de OUTUBRO 



4.1. Os Parques acima relacionados farão parte do VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE, e concordam formalmente com o regulamento ora em vigor. 



4.2. Cada participante ao fazer sua inscrição compromete-se a cumprir o estabelecido neste regulamento e nos demais regulamentos dos Parques que participam do VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE. 



4.3. A final do circuito será disputada por 15% do número de filiados em cada categoria, sendo no mínimo 20 e no máximo de 40 competidores mais pontuados das categorias Amador e Amador Light.



III. PREMIAÇÃO  



5. Fica definido que a premiação mínima do VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE será R$ 200.000,00. 



5.1. A premiação de cada uma das etapas do VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE será paga pelos parques para os competidores nas categorias Amador, Amador Light, Feminina e Mirim e corresponderá ao valor mínimo de R$ 23.000,00 (Vinte três mil reais), o qual será distribuído da seguinte forma R$ 11.000,00 para a categoria Amador, e R$ 11.000,00 para a categoria Amador Light, R$ 500,00 para a categoria Mirim e R$ 500,00 para a categoria Feminina.



5.2. Serão premiados da seguinte forma: 

- Amador –  

1º Lugar: R$ 2.000,00 (Dois mil Reais); 

2º ao 9º Lugar: R$ 9.000,00 (Nove mil Reais). 



- Amador Light – 

1º Lugar: R$ 2.000,00 (Dois mil Reais); 

2º ao 9º Lugar: R$ 9.000,00 (Nove mil Reais). 



5.2.1 A premiação da categoria Aberta será no valor mínimo de R$ 5.000,00 

1º Lugar: R$ 2.000,00 (Dois mil Reais); 

2º ao 5º Lugar: R$ 3.000,00 (Três mil Reais). 



5.3. A premiação da final será proporcional a quantidade de sócios, para cada 100 filiados a categoria respectiva terá R$ 5.000,00 em prêmios na final. Dessa forma, quanto mais sócios, maior será o valor da premiação. Sendo o mínimo garantido por categoria de R$ 5.000,00.



5.4 Os melhores vaqueiros – puxador - das categorias Amador e Amador Light, ou seja, aqueles que fizerem mais pontos durante todo o circuito serão premiados com R$ 1.000,00, ambos acompanhados de troféus, já o associado Mirim mais pontuado durante todo o circuito será premiado com R$ 500,00, acompanhado de troféu.



5.5 Os melhores vaqueiros – esteira – das categorias Amador e Amador Light, ou seja, aqueles que fizerem mais pontos durante todo o circuito serão reconhecidos com um troféu, sendo considerado para efeitos de pontuação apenas os esteireiros que se classificarem nas etapas, podendo inclusive pontuar com mais de uma senha e pontuar nas duas categorias. Fica estabelecido que se o esteireiro ganhar o primeiro lugar sem “racha” terá 20 pontos, caso seja através de “racha” apenas 10 por senha. 



5.5.1. Caso o competidor de esteira seja substituído, a sua pontuação não será considerada. 



5.6. Os melhores cavalos de puxar e esteira das categorias Amador e Amador Light, ou seja, aqueles que fizerem mais pontos durante todo o circuito serão reconhecidos com um troféu, sendo considerado para efeitos de pontuação apenas os animais que se classificarem nas etapas, podendo inclusive pontuar com mais de uma senha e pontuar nas duas categorias. Fica estabelecido que se o animal ganhar o primeiro lugar sem “racha” terá 20 pontos, caso seja através de “racha” apenas 10 por senha. 



5.6.1. Caso o animal seja substituído, a sua pontuação não será considerada. 



5.7 Será escolhido e premiado com um troféu a melhor etapa do circuito 2018. A escolha será pelo voto dos finalistas, dos profissionais e diretores da assovale. 



IV. DA PONTUAÇÃO E BONIFICAÇÃO 



6. Todo associado que realizar sua inscrição até às 18h da quinta-feira, que anteceder o início da prova, ganhará gradativamente de 05 (cinco) a 07 (sete) pontos a título de bonificação extra, conforme planilha abaixo. 



1ª e 2ª etapas 
5 pontos 
3ª e 4ª etapas 
6 pontos 
5ª e 6ª etapas 
7 pontos 



6.1. A bonificação descrita no item anterior, desse Regulamento, será concedida de forma individual, em cada uma das etapas. 



6.2. A cada etapa do Circuito será concedido 02 (dois) pontos para quem correr na vez; 05 (cinco) pontos ao associado da categoria amador que bater sua senha, em sendo Amador Light será concedido 03(três) pontos.



6.2.1 Será concedido mais 02 (dois) pontos para o associado da categoria amador light que bater a primeira senha sem utilizar o boi de reposição. 



6.3. O associado que não correr na vez, não receberá a bonificação de 02 (dois) pontos, relativa à sua participação pela ordem de inscrição. Para os competidores da categoria amador light além da perda da pontuação, perderá o boi bonificado da primeira senha, caso perca o horário da primeira senha.



6.4. O associado que correr no rabo da gata (Segunda chamada), além de não receber a totalidade da bonificação descrita no item 6.2, também será penalizado com a perda de 05 (cinco) pontos.



6.4.1 O “rabo da gata” será realizado por dia, caso sua senha seja chamada e o competidor não compareça no rabo da gata, seu boi será solto e julgado zero.



6.4.2 Poderá o promotor do evento, se for de seu interesse, como forma de inibir que os competidores não corram na sua vez e, desde que avisado previamente, reduzir a faixa em 01 metro e/ou utilizar uma boiada diferenciada. 



6.5. Aos associados que se classificarem entre os dez primeiros colocados de cada etapa será concedida a seguinte pontuação: 

• 1º Lugar: 15 (quinze) pontos 

• 2º a ultima vaga classificada: 05 (cinco) pontos. 



6.6. A título de exceção, caso aconteça racha do primeiro lugar, o associado que por ordem de inscrição se classificar em primeiro, receberá apenas 05 (cinco) pontos conforme os demais classificados, e não os 15 (quinze) descritos no item anterior. 



6.7 Será utilizada para contagem de pontos para o circuito apenas a senha que obtiver mais pontos, ou seja, só vai uma senha para o ranking.   



6.8. Aos associados que participarem de todas as etapas do circuito será concedido a título de bonificação 40(trinta) pontos. 



6.9. O competidor que por ação ou omissão se apresentar com atitudes antidesportivas, será penalizado com as perdas dos pontos conquistados na etapa em que realizá-las. 



7.0. Os competidores que realizarem sua filiação até o final do mês de FEVEREIRO de 2019 conforme item 3.2.2, receberão a título de bonificação – 10(dez) pontos. 





V. DA COMPETIÇÃO POR EQUIPE 



8. Em conjunto com a competição individual, será realizada uma competição por equipe conforme os detalhes abaixo: 



8.1 Cada equipe será composta por três competidores, sendo obrigatório, que ao menos um desses, seja da categoria Amador Light. 



8.2 A inscrição por equipe para concorrer a premiação será de R$ 150,00. 



8.3 A premiação será no valor de R$ 3.000,00 ou o total arrecadado com as inscrições caso esse valor não alcance o valor acima. 



8.4 Para efeito de pontuação será considerado o somatório de todos os pontos dos membros das equipes durante todo circuito.



8.5 A equipe campeã será a que somar mais pontos nas sete etapas do circuito e, em havendo empate por pontos, uma disputa será realizada pelos membros das equipes na final do circuito. 



VI. SUBSTITUIÇÃO 



9. Caso o associado que esteja inscrito em uma das etapas, não possa mais continuar a participar da mesma, deverá informar à Comissão de Avaliação da ASSOVALE os motivos da sua desistência, ato que possibilitará que a comissão da Associação analise se o mesmo terá direito a permanecer com os pontos obtidos até aquele momento, naquela determinada etapa. Contudo, se o competidor resolver por ausentar-se de uma etapa que já estava inscrito, sem informar à Comissão da ASSOVALE, o mesmo perderá automaticamente todos os pontos obtidos naquela etapa, ficando apenas e no Maximo com os pontos referente à senha antecipada do item 6. 



9.1. Não será permitida a substituição do associado durante o decorrer de qualquer uma das etapas do circuito, mesmo que seja por problemas de saúde e/ou acidentes ocorridos durante a competição. Podendo no máximo solicitar ao promotor da etapa a devolução dos valores pagos da senha, o que vai depender da boa vontade do mesmo, não tendo a Assovale nenhuma responsabilidade sobre a devolução. 



9.2. Também não será permitida, sob-hipótese alguma, a substituição do associado durante a disputa final do circuito. Caso o associado, classificado para participar da disputa final, não compareça, seu boi será solto e julgado zero. 



VII. DISPOSIÇÕES FINAIS/ REGULAMENTO ABVAQ. 



10. As inscrições em cada uma das etapas serão feitas de acordo com o regulamento do VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE. 



10.1. Todo o regulamento do VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE, terá a mesma validade em todas as etapas. 



10.2. A Comissão de Avaliação da ASSOVALE é soberana, cabendo a ela decidir sobre qualquer problema ou caso omisso a este Regulamento, com poderes, inclusive, para eliminar da classificação, da etapa ou do circuito, os participantes que desrespeitarem com ofensas morais, seja verbal ou física, qualquer membro da ASSOVALE, da comissão do Parque, ou os profissionais que estiverem trabalhando na realização da etapa. Também poderá ser expulso do campeonato qualquer atleta que por mau comportamento ou atitude antidesportiva pública e notória. 



10.3. Cada participante ao fazer a inscrição, se compromete a cumprir o estabelecido neste Regulamento e nos demais Regulamentos da ASSOVALE. 



10.4. A inscrição será individual por dupla (puxador e esteira), com suas posições já definidas, não sendo permitida a inversão ou mudança dos Associados. Sendo a primeira senha das categorias Amador e Amador Light bonificada com o boi 10 de reposição. 



10.5. Todos os Associados participantes do VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE, deverão estar em dia para com os pagamentos da taxa de filiação à Associação, como também, para com as inscrições das etapas que já tenha participado. 



10.6. Não será permitida a participação no VI Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE, do Associado que estiver em débito para com a Associação, ou com qualquer um dos parques que fazem parte do circuito, como também não será aceito que o esteira das categorias da Assovale sejam esteirados por PROFISSIONAIS OU NÃO SÓCIOS. 



10.7. O vaqueiro quando chamado pelo locutor terá um tempo máximo de 01 (um) minuto para entrar na pista, devendo estar com seus acessórios e do seu animal já prontos, passado este tempo, o vaqueiro automaticamente irá para a 2ª chamada. 



10.8. O vaqueiro durante o rodízio em que esteja puxando, só poderá atuar 01 (uma) vez como puxador e 01 (uma) como esteireiro. Porém, quando o vaqueiro estiver apenas esteirando, poderá fazê-lo para no máximo 02 (dois) competidores por cada rodízio. 



10.9. Não serão permitidas luvas de prego, laminas ralas, com formato muito côncavo ou convexo, e com proeminência no topo. A comissão da ASSOVALE poderá a qualquer tempo examinar as luvas dos vaqueiros, para confirmar se as mesmas encontram-se dentro do regulamento, caso seja confirmado que a luva não estar dentro do regulamento o competidor está automaticamente desclassificado. 



11. O valor das senhas, nas categorias Amador e Amador Light, será de R$ 250,00 (Duzentos e Cinquenta Reais) e R$ 150,00(Cento e Cinquenta Reais) a segunda, já a categoria Mirim e Feminino a senha será sempre de R$ 100,00.



11.1 O boi de TV custará R$ 30,00 antecipado para as duas senhas. 



11.2. O valor das duas senhas da categoria aberta será a partir de R$ 250,00(Duzentos e Cinquenta Reais) para concorrer à premiação acima citada. Alterações poderão ser realizadas pelos promotores das etapas, sempre para aumentar o valor mínimo. 



11.3. Sobre os horários fica estabelecido o que se segue: 



11.3.1. A competição terá início nas sextas-feiras a partir de no máximo 18h, com os competidores da categoria Amador e Amador Light, sendo encaixados até três senhas da categoria aberta, mirim ou feminino. Não podendo o rodízio ter mais que 15 senhas. 



11.3.2 No sábado do evento, a competição se iniciará no máximo às 12h, seguindo a mesma regra do item 11.3.1.



11.3.5 Já fica acertado que a disputa pelos prêmios se iniciará pelas categorias amador e amador light, alternando etapa a etapa, e só após dessas categorias será realizada a disputa da categoria aberta. 

  

12. Os bois de classificação possuíram o mesmo valor, sendo necessários que o vaqueiro coloque os 03 bois para se classificar para disputa. 



13. Em qualquer fase da vaquejada, o boi será julgado sempre da forma que ficar. 



Parágrafo primeiro: será obrigatório em todas as etapas o uso do protetor de cauda em todos os bovinos que forem participar da competição  



14. O vaqueiro não poderá correr sem camisa. 



15. Durante a classificação e disputa, a distância entre as faixas será sempre de no mínimo 08 (Oito) metros, não podendo ser alterada durante o evento. 



16. Não existe tope em hipótese nenhuma, o boi será julgado da maneira que ficar. 



17. Os encaixes de senhas serão em numero Maximo de 03 senhas por rodízio, quando competidor apresentar uma justificativa cabível, ou sendo a segunda senha que pode ser encaixada duas por rodizio, sendo aceita pela comissão da ASSOVALE.



17.1 O Presidente, o assessor jurídico, e os demais membros da Diretoria, poderão correr em qualquer rodízio, a seu critério, como forma de compensação pelo trabalho voluntário que desenvolvem. 



18. Ao sair do brete, o boi será considerado como corrido. O boi só será solto, sem contagem de pontos, quando o fiscal do curral constatar que o mesmo não detém condições físicas para correr. 



19. Quando por qualquer motivo, apenas 01 (um) dos componentes da dupla perseguir o boi após sua saída do brete, a corrida será considerada válida. 



20. Não será permitida a corrida baiana. 



21. Só será validada a queda do boi para contagem de pontos, se o mesmo mostrar as quatro patas ao cair, e ao se levantar, o faça dentro das faixas de classificação paralelas, sem tocá-las. 



22. Não será permitida a presença de cavalos e vaqueiros na pista durante a festa, a não ser os chamados pelo locutor para participarem do seu respectivo rodízio. 



23. Não será permitido chicotear, introduzir o dedo nos olhos do boi, ou passar a frente para impedir sua corrida. 



24. Autorizada a saída do boi, os competidores devem posicioná-lo imediatamente, não sendo permitida mais do que 01 (uma) rodada do boi em direção à porteira do brete, sendo terminantemente proibido dificultar a passagem do boi.  



24.1 Se o boi, dentro da linha de tolerância, rodar mais de 01 (uma) vez, deverá ser liberado imediatamente pela dupla, sendo disponibilizado um boi de retorno.  



24.2 Se o juiz entender que o vaqueiro está propositadamente impedindo a passagem do boi, poderá julgar o boi zero. 



24.3 A rodada do boi só é permitida 01 (uma) vez dentro da linha de tolerância, sendo que, após ela e antes da primeira faixa, qualquer mudança de direção do boi a partir de 180° será considerada retorno, devendo à dupla, imediatamente deixar o boi livre. 



24.4 Se o boi, dentro da linha de tolerância, rodar 02 (duas) vezes deverá ser liberado imediatamente pela dupla, sendo disponibilizado um boi de retorno, desde que a dupla não cometa nenhuma irregularidade. Caso o juiz ou o locutor não tenham observado que o boi rodou 02 (duas) vezes, e a dupla insistir, o boi será julgado normalmente. 



24.5 Se o locutor mandar deixar o boi sob a alegação de que o mesmo rodou 02 (duas) vezes ou mais dentro da faixa de tolerância e o vaqueiro insistir ocorrerá o que segue: 



 24.5.1 Restando comprovado que o boi realmente rodou 02 (duas) vezes ou mais dentro da faixa de tolerância, independentemente do resultado obtido pelo competidor, o boi será julgado 0 (zero); 



24.5.2 Sendo comprovado que o boi não rodou 02 (duas) ou mais vezes, o mesmo será julgado normalmente. 



24.6 Caso a corrida do boi esteja vindo certa (boi no meio dos cavalos), do lado certo, os competidores não poderão tomar a frente do boi, sob pena deste ser julgado 0 (zero).  



24.7 Se o juiz entender que o vaqueiro está, propositadamente, impedindo a passagem do boi, poderá julgar o boi "0".



25. O amador que se sentir prejudicado pelo juiz, quando do julgamento de qualquer um dos bois, seja da classificação ou da disputa final, poderá solicitar a comissão alternativa do Parque, que o julgue novamente. Para tanto, deverá pagar uma taxa de R$ 100,00 (cem reais). 



26. Ao requerer o julgamento alternativo do seu boi, o vaqueiro não terá direito a participar do mesmo, nem ver a filmagem durante o julgamento, após o ato de julgamento o vaqueiro terá o direito de ver seu boi. 



27. O resultado do julgamento alternativo é irrevogável, irrecorrível e definitivo. Ao solicitar o julgamento pela comissão alternativa, a decisão do juiz será imediatamente anulada, passando a ser válida apenas, a decisão daquela comissão. 



28. O juiz da etapa também poderá solicitar o julgamento pela comissão alternativa do Parque, de tantos bois quantos forem necessários, desde que o mesmo ache que não tem condições de julgamento imediato. Para esses casos, não será cobrado o valor da taxa. 



29. É permitido pedir à comissão alternativa o julgamento do boi de outras duplas excepcionalmente na disputa, desde que esse boi ainda não tenha sido julgado pela mesma comissão sendo o valor do mesmo R$ 200,00(duzentos Reais). 



30. Uma comissão de prova previamente indicada pela ASSOVALE julgará os casos omissos a este regulamento, inclusive poderá desclassificar, da etapa ou do circuito, a dupla de vaqueiros que ofendam diretamente ou através de membros da sua equipe, os organizadores do evento. Não tendo a mesma, direito a devolução das inscrições. 



31. Cada participante ao fazer sua inscrição compromete-se a cumprir as normas estabelecidas por este regulamento. Esse circuito segue as regras da ABVAQ. 



32. Os casos omissos a esse regulamento serão resolvidos pela diretoria da ASSOVALE. 



33. Ao serem chamados, os competidores deverão posicionar seus cavalos paralelamente ao muro do brete, um de frente para o outro, respeitando as marcações, devendo autorizar ainda dentro do minuto (01 minuto), a abertura da cancela que possibilitará a saída do boi.



34. Quando por algum motivo só um dos vaqueiros da dupla se apresentar para correr no prazo acima estabelecido, o boi será solto e a dupla receberá zero. 



35. Não será permitida a permanência na pista de cavalos e competidores que não estejam no seu horário de correr, exceto os autorizados para trabalharem como fiscal de pista, podendo os competidores infratores serem excluídos da prova.  



36. Só será válida a queda do boi, se o mesmo, ao cair, voltar, em algum momento, as quatro patas para cima, ou lateralmente e, ao levantar-se (considerando "levantar-se" como o momento em que o boi retoma o contato das extremidades de suas 04 (quatro) patas com o solo, ou seja, o casco, de cada uma delas, tocar o solo e, se firmar completamente) estiver com as mesmas entre as duas faixas de pontuação. 



Parágrafo Primeiro: O boi deverá ser julgado quando o mesmo estiver em pé, depois das 04 (quatro) patas firmadas, jamais, no momento em que o boi tirar a barriga do solo, boi alavancado não pode ser considerado firmado e, portanto, não pode ser julgado.  



Parágrafo segundo: Se, após cair e antes de se firmar, o boi ficar com no máximo, metade (50%) ou menos para fora da segunda faixa, será permitido aos competidores trabalhar o boi a fim de reposicionar o animal entre as faixas, desde que não haja pisoteamento do bovino. 



Parágrafo Terceiro: O trabalho de reposicionamento do boi deve ser realizado antes dele se levantar, e durar no máximo 01 (um) minuto, quando então, caso o boi não se levante, será julgado "Valeu o Boi".  



Parágrafo Quarto: Caso o juiz mande a dupla deixar o boi sob a alegação de que o animal está com mais de 50% do corpo fora da faixa, a dupla poderá pedir julgamento da alternativa, que verificando que o boi estava com menos de 50% para fora, validará o boi.  



Parágrafo Quinto: A primeira faixa é intocável pela parte superior do boi, considerando superior a parte que fica do jarrete para cima (coxão) e parte inferior, do jarrete para baixo (perna).  



Parágrafo Sexto: O boi duvidoso será sempre válido, podendo a Assovale, punir o Juiz com a exclusão de participação no circuito acaso julgue repetidas vezes contra esta regra. 



37. Sob pena de julgamento igual a zero, ao determinar a abertura da cancela do brete: 



I – O competidor puxador deverá estar encostado paralelamente ao muro; 

II – O competidor de esteira deverá estar encostado paralelamente ao muro, de frente para sua dupla e com a distância mínima de 01 (um) metro da saída do brete, respeitando a linha que deverá ser demarcada no muro.



Parágrafo Primeiro: A dupla deverá permanecer nessa posição desde a autorização da abertura da cancela até a saída do boi e o competidor de esteira não poderá ultrapassar a linha mencionada no inciso II.



Parágrafo Segundo: Após autorização para abertura da cancela, seu fechamento somente se dará após a saída total do animal, salvo se o boi não tiver condições de sair.  



38. Não haverá durante as provas retorno oriundo de tope ou queda involuntária de quaisquer dos cavalos, tudo em consonância com o regulamento da ABVAQ.  



39. Se, em qualquer momento da corrida, houver tope do cavalo – sem queda, o boi será julgado conforme sua posição, não sendo dado ao competidor direito de retorno. Se durante a prova (carreira), o boi cair independentemente da vontade dos competidores (sem ser puxado), estes terão direito ao boi de retorno. 



40. Em relação ao boi, sob pena de julgamento zero da dupla, os cavaleiros não poderão: I – Bater no boi; II – Tocar na sua face; III – Apoiar-se em seu lombo; IV - O boi é intocável, salvo para evitar a queda do vaqueiro. 



41. Em nenhum momento os competidores não poderão açoitar/chicotear os cavalos. Do mesmo modo, não poderão bater, esporear ou ainda puxar as rédeas e os freios de modo brusco a machucar o animal, ficando a dupla sujeita a desclassificação ou julgamento zero, caso o boi tenha valido.  



42. Caso o competidor não se sinta satisfeito com o resultado do primeiro julgamento, poderá recorrer, após o pagamento de taxas previamente estabelecidas pelo promotor do evento, para a comissão alternativa, que terá a palavra final sobre o resultado. 



 43. O julgamento da dupla será realizado por um juiz especialmente designado pela ASSOVALE, auxiliado por uma comissão alternativa formada por 02 (duas) pessoas, sendo uma delas, obrigatoriamente, qualquer membro do Conselho ou da Diretoria que estiver no parque, a qual terá o auxílio de recursos audiovisuais oficiais do evento. Quando do julgamento, será direito do competidor que pediu o boi na comissão alternativa assistir ao julgamento sem nele interferir, sob pena de ser desclassificado da prova. Em caso de empate no julgamento do recurso do boi de TV, o boi será considerado válido. 



 44. Os julgadores, assim como a comissão alternativa, deverão ter profundo conhecimento deste regulamento, comprometendo-se a aplicá-lo de forma indistinta e com rigor, em conformidade com o regulamento da ABVAQ e o da ABQM.  



45. Para solicitar o julgamento da comissão alternativa na fase classificatória, o competidor deverá fazê-lo até o final do dia em que este houver competido. Na fase de disputa, deverá fazê-lo antes do término da rodada, sob pena de impossibilidade de qualquer recurso.  



46. Será permitido que um competidor, desde que se sinta prejudicado, solicite o julgamento pela comissão alternativa do boi de outro competidor (boi contra). Nesse caso, a taxa será cobrada em dobro ao solicitante.  



47. São equipamentos de proteção individual, de uso obrigatório por todos os competidores, sob pena de exclusão da prova: a) Capacete; b) Camisa; c) Calça comprida; d) Botas.



48. O competidor deverá apresentar sua luva antes e depois de correr, para que seja aprovada e identificada por uma equipe especialmente designada pelo promotor do evento. 



 49. Mesmo a luva previamente vistoriada e aprovada pelo fiscal, pode esta ser rejeitada pelo juiz de prova, caso este verifique que o equipamento está causando danos aos animais, ocasião em que o competidor terá que substituí-la imediatamente, sob pena de desclassificação da etapa.  



50. Os promotores dos eventos, suas equipes de apoio e organização, assim como os competidores, tem obrigação de preservar os animais envolvidos no esporte, sendo que qualquer maltrato proposital aos bois e aos cavalos, acarretarão responsabilização daquele diretamente envolvido na ocorrência.  



51. É proibido o uso de instrumentos cortantes, que possam provocar qualquer sangramento nos animais em competição, notadamente o uso de bridas, esporas não encapadas, chicotes ou outros equipamentos que provoquem dor aguda ou perfuração nos animais. Verificada a presença de sangue no animal, após a corrida do boi, o competidor será desclassificado da senha que estiver correndo.  



52. É proibido tocar o boi com equipamentos de choque, perfuro cortantes ou que causem qualquer tipo de mutilação e/ou sangramento no animal, esteja o boi dentro do brete, no curral de espera ou dentro da pista de competição.  



53. É proibido o uso de bois que estejam no momento da corrida, com sangramento aparente.  



54. É proibido o uso de bois com chifres pontiagudos, que possam causar riscos aos competidores, aos cavalos ou a equipe de manejo, devendo esses animais serem separados da boiada de imediato.  



55. Durante a competição, deverá ser disponibilizada para os bois água e comida em quantidade e qualidade condizentes com a manutenção da saúde dos animais, os quais por etapas deverão correr no máximo 03 (três) vezes. 



 56. É obrigatória, durante todo o evento, a manutenção de uma equipe veterinária à disposição dos animais dos competidores. Essa equipe também deverá acompanhar o tratamento dos bois e cavalos que adoeçam ou por ventura, se lesionem durante a vaquejada, tomando todas as providencias necessárias à manutenção da saúde dos animais. 



 57. Os parques deverão possuir todas as licenças, alvarás de funcionamento e disponibilizarão tais documentos quando da solicitação desta associação e/ou de órgãos fiscalizadores. Parágrafo único: Em consonância com o regulamento da ABVAQ, a ASSOVALE recomenda que o serviço de filmagem oficial da vaquejada coloque três câmeras ativas ou mais, assim distribuídas: I. Uma câmera fixa, (com ou sem operador), pegando todo o final da pista de competição; II. Duas câmeras com operador na faixa de pontuação, sendo as duas alinhadas com o segundo cal.  



58. É obrigação dos promotores de eventos respeitar toda a legislação trabalhista (quando houver relação de emprego). 



59. Desde o início e durante todo o evento, deverá ser disponibilizada equipe de atendimento paramédico e ambulância com toda a estrutura necessária para o atendimento de urgência e emergência dos presentes.  



60. Toda e qualquer denúncia ou reclamação será mantida em sigilo pela diretoria e deverá ser feita por escrito e entregue a secretaria ou a membro da diretoria da ASSOVALE, devendo esta ser analisada e respondida no prazo de 10 (dez) dias úteis, a contar do protocolo da mesma. 



61. Todos que fazem parte do V Circuito Amador de Vaquejada da ASSOVALE – 2018 incluindo a diretoria da ASSOVALE, os Proprietários dos Parques, os participantes e os associados competidores, ficam incumbidos e comprometidos a ajudarem na fiscalização do cumprimento das normas deste regulamento, o qual submete-se também ao preconizado no regulamento e listagens atinentes às categorias dos vaqueiros, elaborados pela ABVAQ.  



Parágrafo único: Os casos omissos a esse regulamento serão resolvidos pela diretoria da ASSOVALE, a qual é soberana.  



38. Por estarem todos de acordo com este regulamento o qual entra em vigor nesta data, assinam abaixo o Presidente da ASSOVALE, em nome da associação, bem como dão o de acordo todos os associados deste circuito de vaquejada.  





ASSÚ/RN, 31 de JANEIRO de 2019.